Disponibilidade
Nenhuma data especificada
Tenho minha propria firma.
Créditos e empregos anteriores
Mais de 40 discos editados Internacionalmente.
Variadas colaborações com teatro, dança e cinema enquanto compositor e músico.
Trabalhou com Seixas Santos, Daniel Delnegro, Rogério Ceitil, Nuno Carinhas, Ricardo Pais, Olga Roriz, Vera Mantero, Carlos Avilez, etc..
Com formação clássica, Carlos Magalhães Alves, conhecido pelo pseudónimo "Zíngaro", tem actividade nos domínios da improvisação desde finais dos anos 60 - o seu grupo Plexus, o primeiro do género a surgir em Portugal, foi formado em 1967. Na década seguinte, ganha projecção internacional a tocar com Kent Carter e Daunik Lazro, mas é depois de ganhar um Fulbright Grant, em 1979, e de ser convidado pela Creative Music Foundation a participar em encontros, acções colectivas e concertos em Woodstock, Nova Iorque, que começamos a vê-lo ao lado dos maiores nomes da música criativa, como Anthony Braxton, George Lewis, Leo Smith, Tom Cora e Richard Teitelbaum. Mantém colaborações ao vivo e em disco com este último até aos dias de hoje e formou um grupo com Tom Cora até à morte deste. Outros músicos com quem mantém parcerias regulares são Joelle Léandre, Paul Lovens, Rudiger Carl, Hans Reichel, Roger Turner e Dominique Pifarely, mas Zíngaro tem tocado com um número imenso de improvisadores, desde os consagrados Derek Bailey, Evan Parker, Peter Kowald, Steve Lacy e Frederic Rzewsky até representantes das novas gerações como Otomo Yoshihide, Matt Wand (Stock, Hausen & Walkman), Thomas Lehn e Axel Dorner, passando por Gunter Muller, Mats Gustafsson, Voice Crack, Simon H. Fell, Hamid Drake e Lê Quan Ninh, entre muitos outros.
Descobriu a electrónica desde muito cedo e a forma como dispara sons do seu computador com o violino é única nas áreas em que se move. O uso de tecnologia digital e analógica está particularmente presente no seu trabalho como compositor de cena, para dança e teatro (trabalhou com coreógrafos como Olga Roriz, Margarida Bettencourt e João Natividade e com encenadores como Ricardo Pais e Giorgio Barberio Corsetti). Na linha do violino improvisado de Leroi Jenkins, mas com as confessadas influências de Bela Bartok, Chostakovich, John Cage, Ornette Coleman, Jimi Hendrix e Morton Subotnick, Carlos Zíngaro tem um estilo polifacetado e irrequieto, onde se destaca a utilização de fraseados curtos e fragmentários, mudando de direcção com frequência ou explorando repetições.
Habilitações/qualificações na indústria audiovisual
Curso Cenografia Escola Superior de Teatro - Lisboa
Teatro/Música - Universidade Técnica Wroclaw / Polónia
Direcção musical - Creative Music Foundation / Woodstock / NY - USA
Escolaridade
Bacharelato
Curso Superior de Música
Curso Musicologia - Universidade Nova
Equipamento técnico
Estúdio Audio - capacidade móvel direct-to-disk
Região onde mora o freelancer/profissional
Lisboa e Vale do Tejo
Funções:
Compositor de música
Desenhista/ilustrador
Músico (instrumentista)
Supervisor de Audio/Sound Designer
Artista visual
Idiomas (C= coloquial, F= fluente)
Espanhol: C
Francês: C
Francês: F
Inglês: F
Inglês: C
Italiano: C